Quando precisamos fazer marketing pessoal? Quando vamos procurar emprego? Quando queremos aprovar um projeto ou vender uma ideia? Ou só precisamos fazer marketing em ocasiões especiais? Para abordar esses tópicos, é preciso entender o que é o marketing pessoal e por que ele tem um alto nível de importância no mercado de trabalho.
Profissionais que são ouvidos, cujas ideias e opiniões são levadas em consideração são pessoas que fazem marketing pessoal, de um jeito ou de outro, consciente ou inconscientemente. Essa é uma disciplina que vale a pena ser praticada, desde que de modo adequado e isso varia em cada caso, ambiente e situação social ou profissional. Meios profissionais conservadores exigem atitudes, ações discretas, sóbrias. Meios profissionais agressivos exigem agressividade entre outros pontos.
Se você é um consultor, um profissional liberal, por exemplo, seu marketing pessoal deve incluir publicação de trabalhos, participação em congressos, exposição em reuniões, encontros empresariais e, principalmente, casos de intervenções bem-sucedidas, clientes que falem bem de você, que recomendem seu trabalho. Já os profissionais de Publicidade devem fazer um marketing pessoal bem sui generis. Mesma coisa para profissionais da moda - vestuário -, ou das artes - música, pintura, entre outros.
Se você trabalha em uma grande empresa, sua participação em reuniões deve ser prática, objetiva e agregante - deve trazer contribuição. Suas metas devem ser alcançadas, superadas com qualidade, com claras demonstrações de satisfação de sua equipe e, sobretudo, com sóbria visibilidade. Em qualquer situação, convites para interações sócio-profissionais - feiras, eventos, congressos - devem ser considerados e atendidos, na medida do possível; isso para manter sua network sempre atualizada.
Todo trabalho de marketing pessoal passa pela forma como as pessoas enxergam você, e isso tem a ver com:
1. a forma como você trata todos à sua volta, sejam superiores, pares ou subordinados;
2. a forma como você se veste, fala, ouve os outros, sua imagem, enfim;
3. a forma como você se comporta, tanto na vida profissional, como na pessoal;
4. o entusiasmo, a confiança que você transmite sobre aquilo que faz.
A maioria das pessoas acredita que o marketing pessoal é feito para os altos níveis, para a diretoria. Engano. É preciso ser simpático e atencioso com todos à sua volta, por duas razões: a primeira, porque é o correto de se fazer; e a segunda, porque assim você pratica e consolida um estilo comportamental adequado, tornando-o parte de você. Há ainda aquela velha história: trate bem as pessoas quando estiver subindo, porque você vai encontrá-las de novo quando estiver descendo.
O marketing pessoal pode ser definido como o conjunto de ações e comportamentos que irão providenciar a sua visibilidade profissional. Entretanto, muitas vezes só boas intenções e boa conduta não são suficientes para garantir o nível de visibilidade necessário. Existem consultorias especializadas em Comunicação Verbal, por exemplo, que auxiliam o profissional a desenvolver suas aptidões de oratória, de apresentação.
Um trabalho de autoconhecimento e autodesenvolvimento ajuda muito o indivíduo a se situar quanto às competências comportamentais que ele precisa desenvolver para melhorar suas aptidões profissionais. Esse é, sem dúvida, um investimento que cada um deve fazer em si mesmo, na medida em que busca o sucesso e o crescimento profissional.
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