Patrícia Bispo Formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.
Na segunda-feira, dia 21 de setembro, apresentarei aos leitores algumas sugestões para as organizações que têm interesse de implantarem o job rotation - um processo que permite um "rodízio" de funções e dá ao colaborador a oportunidade de conhecer atividades diferentes dentro da própria empresa. Vale lembrar que essa prática passou a ser mais utilizada no meio organizacional na década de 90, com o boom proporcionado pelo fenômeno da globalização. O processo pode ser aplicado com executivos. Contudo, hoje o mercado utiliza mais essa metodologia com estagiários e trainees. O job rotation é uma boa prática tanto para a organização que descobre os potenciais dos colaboradores, quanto para os profissionais. Isso porque eles podem descobrir aptidões e até mesmo dar um novo direcionamento às suas carreiras. Até breve!
Adriane Becker em 17/09/2009: Acredito nesta prática e, realmente traz um ganho muito grande ao estagiário e/ou trainee em termos de conhecimento e vivência. Porém, acho que deve ser utilizada com cuidado pela organização para não gerar mal-estar com os funcionários que já realizam as atividades. Um programa bem elaborado e com adesão de toda equipe é fundamental para o sucesso do Job-rotation.
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