Por Eliseu Eduardo Ely para o RH.com.br 
* A empresa trabalha com objetivos e metas definidas?
* Os objetivos são conhecidos por todos dentro da empresa?
* Cada parceiro sabe efetivamente o seu papel dentro destes objetivos?
* Os resultados do mês são discutidos e analisados de forma conjunta?
* A empresa é eficiente o suficiente para se manter no mercado? O que falta?
* As pessoas que trabalham dentro da empresa são tratadas como funcionários ou como parceiros no risco?
* O desempenho individual e coletivo atual assegura o crescimento do negócio?
* Os parceiros internos sabem quem é o verdadeiro dono do negócio?
* No atual estágio, prevenimos mais ou corrigimos mais? Qual o impacto nos custos?
* Os parceiros internos são geradores de problemas ou geradores de soluções?
* Qual o investimento em % sobre a receita bruta de vendas que a empresa faz na capacitação das pessoas?
* Os parceiros internos têm atitude empreendedora nas suas tarefas? São estimulados para tal?
* Qual o grau de comprometimento e envolvimento dos parceiros internos com o negócio?
* Existe abertura suficiente para que as pessoas possam inovar e criar alternativas para o negócio?
* A qualidade e a eficiência do trabalho realizado estão adequadas aos olhos do Cliente e ao mesmo tempo podem gerar Lucro?
Buscar a eficiência e os resultados organizacionais através das pessoas, comprometendo-as com o compartilhamento da gestão será decisivo para a perenidade dos negócios. Cada vez mais as pessoas precisam interagir com os conceitos e as ferramentas de gestão para que possam contribuir de forma qualificada em termos de fazer melhor sua atividade buscando a redução de custos de todo o processo através de ações criativas e inovadoras.
Para tanto, as empresas necessitam investir obrigatoriamente na educação de negócios repassando conceitos como a importância do gerenciamento dos custos, ponto de equilíbrio, como é montado o preço de venda; a produtividade, o processo de fabricação, o prazo de entrega, a qualidade, a rentabilidade, o lucro e outras para que as pessoas possam situar-se corretamente tendo em vista a importância de fazer certo e na primeira vez. Isto é decisivo para a competitividade dos negócios.
Ao repassá-las num processo de aprendizagem contínua, as pessoas poderão utilizar os ensinamentos adquiridos para melhorarem o desempenho individual e/ou coletivo, agregando ganhos extraordinários ao negócio. É incorporar a educação ao processo de gestão com intuito de melhorar a performance da empresa. Isso fará a diferença. Essa informação transformada em conhecimento fará com que as pessoas possam entender melhor o papel que representam dentro da organização, tornando-se definitivamente parceiros do resultado.
Educar as pessoas para todas as etapas do processo da gestão dos negócios é diferencial para aquelas organizações que queiram competir melhor e buscar o envolvimento de todos para a busca contínua por Resultados. Ou seja, não podemos mais errar, seja a empresa ou as pessoas. Essa compreensão é fundamental para não jogarmos dinheiro fora ou estarmos gerando custos invisíveis (não medidos) que comprometem a saúde financeira e a inviabilidade do negócio. O desafio colocado sob a mesa de decisão do empreendedor é diminuir a distância que geralmente separa as pessoas da gestão da empresa. Distância esta que se torna perigosa, caso mantida, para a competitividade do negócio, pois não existirá a cumplicidade das pessoas com o crescimento da empresa.
Isto exige investimento e quebra de paradigmas constantes no sentido de que todos olhem para uma só direção – a melhoria contínua do negócio. Educação: a mais inovadora e transformadora ferramenta de gestão que as empresas precisam adotar nas suas práticas para buscar o envolvimento e o comprometimento de corpo e alma dos parceiros do resultado com o negócio. Essa nova postura que precisa ser adotada pelas empresas, além do seu aspecto estratégico contido, é uma forma de responsabilizar todos pelo sucesso na gestão do negócio. A gestão passou das mãos de poucas pessoas para ser uma preocupação de todos dentro da empresa. E, para responsabilizar, é preciso educar. Comecem, pois os resultados serão visíveis e significativos para todos.
Palavras-chave: | educação | gestão |
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