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26/04/2012
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Para ser mais inteligente é preciso estar focado

Esqueça executar múltiplas tarefas ao mesmo tempo. Estar totalmente presente em uma atividade por vez potencializa o uso da inteligência. "O foco é a resposta e a chave para a excelência e o sucesso", defende o americano Michael Hall, doutor em psicologia cognitivo-comportamental, que chega ao Brasil para ministrar o curso "Acessando o Gênio Pessoal", entre os dias 27 e 29 de abril. Organizado pelo Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), será realizado no Hotel Atlântico Copacabana, no Rio de Janeiro.

No curso, ele ensinará o segredo para acessar o que ele chama de estado de gênio, que é o mais alto nível de desenvolvimento pessoal, com uso de todos os recursos mentais e emocionais disponíveis. Por meio de mais de dez padrões que compõem os pré-requisitos para a genialidade, a pessoa se tornará capaz de ficar totalmente presente e completamente empenhada em tudo o que irá fazer. E o melhor: quanto mais a técnica é utilizada, mais se aumenta a capacidade de acessar esse estado plenamente. "É o mesmo princípio que se aplica quando alguém aprende a ler: à medida em que a pessoa pratica, sua habilidade melhora, se torna mais veloz, mais eficiente e eficaz", compara o especialista.

De acordo com Michael Hall, inúmeras pesquisas em neurociências demonstram que atuar de maneira multitarefa não funciona e compromete a eficácia. Ele recomenda o foco nas atividades, com a credibilidade de quem estuda a neurosemântica - um desdobramento da programação neurolinguística - há mais de 30 anos, além de ser autor de mais de 45 livros sobre o tema.

Comprometimento - Para estar engajado e concentrar a atenção no que está fazendo, é preciso que exista um significado. "Quando não ele não existe, a pessoa se dispersa e pensa em outras atividades que gostaria de estar fazendo. Temos muitos sonhos na nossa mente que não se concretizam. Como as pessoas não sabem transformar seus sonhos em realidade, na neurosemântica buscamos fechar a lacuna entre saber e fazer", explica Hall. Ele pontua que a neurosemântica ajuda a dar significado e a entendê-lo. Da mesma forma, contribui para se livrar de significados que não se quer mais, porque deixaram de ser úteis - as chamadas crenças limitantes.

A partir do curso, o participante irá conseguir: criar um estado mental de aprendizagem acelerada, expandir a criatividade para resolução de problemas, melhorar a autoestima, eliminar pensamentos que criam problemas, desenvolver bons relacionamentos, desenvolver o foco de um estado de gênio, além de ampliar a criatividade e aprender a "pensar fora da caixa". Mais informações: www.pnl.med.br.

 

FONTE:  Influência Comunicação

Palavras-chave: | Michael Hall | aprendizagem |

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