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29/05/2012
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Desocupação foi de 6,0% em abril

A taxa de desocupação de abril de 2012 foi estimada em 6,0% para o conjunto das seis regiões metropolitanas. Na comparação com março (6,2%), não ocorreu variação estatisticamente significativa. Frente a abril de 2011, quando a taxa foi de 6,4%, verificou-se declínio de 0,4 ponto percentual. O contingente de desocupados foi estimado em 1,5 milhão de pessoas em abril no agregado das seis regiões investigadas, apresentando estabilidade em relação ao mês anterior e a abril de 2011. A população ocupada atingiu 22,7 milhões para o conjunto das seis regiões, não assinalando variação significativa frente ao mês de março. No confronto com abril de 2011, foi verificado aumento de 1,8%, o que representou um adicional de 396 mil pessoas nesse contingente em 12 meses.


O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado, em abril desse ano, foi de 11,1 milhões no agregado das regiões pesquisadas. Este resultado foi considerado estável frente a março. Verificou-se crescimento de 2,8% neste indicador na comparação com abril de 2011, o que representou um adicional de 308 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, apurado em abril de 2012 em R$ 1.719,50 para o conjunto das seis regiões, caiu 1,2% em relação a março de 2012. Na comparação com abril de 2011 esta estimativa aumentou 6,2%. A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados, estimada em 39,4 bilhões em abril de 2012, caiu 0,9% frente a março e cresceu 8,0% comparado a abril de 2011. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 39,1 bilhões), estimada em março de 2012, ficou estável no mês e subiu 7,8% no ano.


A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página
www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/default.shtm.


Desocupação fica estável em todas as regiões metropolitanas na comparação com março

Regionalmente, na análise mensal, a taxa de desocupação não registrou variação em nenhuma das regiões metropolitanas pesquisadas. No confronto com abril de 2011, a taxa recuou 1,9 ponto percentual nas regiões metropolitanas de Recife e Salvador. Na região metropolitana do Rio de Janeiro esta estimativa subiu 0,8 ponto percentual e manteve-se estável nas demais regiões.


Em relação a março último, a análise regional mostrou que, o contingente de desocupados não assinalou nenhuma variação significativa. No confronto com abril de 2011, verificou-se queda no número de desocupados nas regiões metropolitanas de Recife (25,2%) e de Salvador (18,6%). Foi observada elevação nessa estimativa na região metropolitana do Rio de Janeiro (21,2%). Nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre o quadro foi de estabilidade.


Nível de ocupação fica em 53,7%


O nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa) foi estimado em 53,7% para abril de 2012 no total das seis regiões. De março para abril, esse indicador não se alterou, o que também ocorreu no confronto com abril do ano passado. Regionalmente, na comparação mensal, todas as regiões mantiveram-se estáveis. Frente a abril de 2011, esse indicador subiu 1,1 ponto percentual na região metropolitana de Belo Horizonte.


Analisando o contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade econômica, de março para abril de 2012, apenas o grupamento da construção registrou variação (4,7%, mais 84 mil pessoas). No confronto com abril de 2011, ocorreram acréscimos nos grupamentos da construção (9,9%, mais 168 mil pessoas) e da educação, saúde, administração pública (5,7%, 196 mil pessoas) e os demais grupamentos ficaram estáveis.


Na comparação mensal, rendimento médio cai em quatro regiões metropolitanas


O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, na análise regional, em relação a março último, aumentou nas regiões metropolitanas de Porto Alegre (1,0%) e de Belo Horizonte (0,5%). Apresentou declínio em São Paulo (1,7%), Recife (1,6%), Rio de Janeiro (1,6%) e Salvador (1,4%). Na comparação com abril do ano passado o rendimento cresceu em todas as regiões.


Na classificação por grupamentos de atividade, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido em relação a abril de 2011 foi de 10,9% em Serviços Domésticos. Já na classificação por categorias de posição na ocupação, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido, em comparação com abril de 2011, foi para as pessoas que trabalharam por conta própria (12,9%).


FONTE:
Comunicação Social IBGE

 

Palavras-chave: | IBGE | pesquisa | mercado de trabalho |

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