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16/05/2011
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A geração Y sem “mistérios”

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Experiências de vida totalmente diferentes, divergências comportamentais e receio de lidar com pessoas, aparentemente, sem qualquer afinidade. Esses são apenas alguns dos indicadores que se apresentam em algumas empresas, onde se tornou inevitável o relacionamento diário entre profissionais pertencentes às gerações: baby-boomers, X e Y. No entanto, o que antes parecia ser um desafio quase que sem solução para muitos profissionais de RH, hoje se mostra bem mais sereno.

Um ótimo exemplo de organização que aprendeu a lidar com a geração Y é a Unimed Porto Alegre, empresa que participa do 5º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos), que acontece no período de 12 a 27 e maio. Na oportunidade, Gabriela Pezzi, gerente de RH da Unimed Porto Alegre, ministrará a palestra "Desmistificando a Geração Y no Ambiente Organizacional".

"Os profissionais da geração Y são conectados, que possuem informações de fácil acesso e imediata, preferem digitar ao invés de escrever, vivem em redes de relacionamento, compartilham tudo, buscam sempre novas tecnologias", enfatiza a gerente de RH da Unimed POA, ao acrescentar que outra geração também se destaca no mercado - a Z, que possui todas as características da Y, mas que apresenta algumas peculiaridades como, por exemplo, uma maior preocupação com: a responsabilidade social, o meio ambiente e a sustentabilidade manifestam-se de uma forma muito mais consolidada. São os adolescentes, ainda não profissionais, que iniciam uma trajetória.

Outra que se apresenta, continua a gerente de RH, é a geração M tem muito mais facilidade de ter uma simultaneidade de reformações, dispositivos eletrônicos tudo ao mesmo tempo. "Quando falamos em desmistificar, denunciamos um erro e o objetivo da minha palestra é falar um pouco mais sobre cada geração que está presente na sociedade e, principalmente, da geração Y, no sentido se pensar qual é a nossa percepção, que tipo de observador eu sou a respeito dessa geração? Como enxergo esses jovens, esses profissionais que estão trabalhando comigo, como colegas de equipe ou até mesmo, em alguns momentos, com cargos gerenciais?", pontua.

Segundo ela, nos últimos anos, a Unimed POA percebeu a necessidade de ter uma nova forma de agir, gerando o repensar das práticas em Gestão de Pessoas, assim como nas ferramentas voltadas para o endomarketing. O principal objetivo da empresa é criar ambientes interativos que possibilitem canais abertos e diversificados para um atendimento e desenvolvimento eficaz dos colaboradores. Isso gera um diferencial significativo, tendo em vista a diversidade presente na companhia. Para se ter uma ideia, dos quase 1.100 colaboradores, 68% desse universo pertence à geração Y.

Em sua palestra para a 5ª edição do ConviRH, Gabriela relata ainda como os profissionais de Recursos Humanos podem trabalhar, para que a geração Y tenha mais liberdade no ambiente organizacional e possa, de maneira efetiva, contribuir para a melhoria do clima e, consequentemente, o negócio.

 

Serviço:

5º ConviRH (Congresso Virtual de Recursos Humanos)
Realização: Site RH.com.br
Data: De 12 a 27 de maio de 2011
Informações e Inscrições: www.convirh.com.br

 

Palavras-chave: | RH.com.br | ConviRH | Unimed Porto Alegre | Gabriela Pezzi | geração Y |

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COMENTÁRIOS (5)
Geraldo Gomes em 25/05/2011:
Prezada Patricia!!!E as pessoas que nasceram nos anos 60; que sempre foram pró-ativas; que assimilaram novos conceitos; que conhecem o ontem..são o que???

José Eduardo em 25/05/2011:
O título foi bastante atrativo, mas no texto faltou conteúdo sobre o assunto.

Cris Meinberg em 24/05/2011:
Entender a geração "Y" para entender a geração 'Z'.

Graça em 24/05/2011:
O texto não menciona o que poderia ser feito. O interessante em qualquer artigo é ao acabarmos de ler conseguir pensar em como solucionar alguma pendência ou melhorar a nossa atuação. Talvez o objetivo deste texto tenha sido criar expectativa sobre o que seria dito na palestra. Se foi, atingiu, pois fiquei esperando saber o que foi feito naquela organização.

Bruno em 24/05/2011:
A visão que eu tenho é que os gestores ainda não estão preparados para lidar com a integração das gerações. É muito complicado atuar em um ambiente formado por pessoas mais velhas, pois a motivação é totalmente diferente entre um funcionários de maior e menor idade. O que venho percebendo ao longo dos anos é que os profissionais de mais idade tem muito mais facilidade em reclamar, não conseguem enxergar uma visão de futuro. Como é complicado lidar com pessoas que pararam no tempo, que não estão adeptas a mudanças e que tornam o dia a dia cada vez mais chato.

 
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