Patrícia Bispo Formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.
Estatísticas do Dieese revelam que a rotatividade no Brasil subiu de 34,3%, em 2007, para 36% em 2011. Contudo, no mercado, observa-se um crescimento significativo de empresas que investem em Gestão e Pessoas. Para saber quais fatores contribuem para o aumento desse fato, o RH.com.be entrevistou o consultor organizacional Tatsumi Roberto Ebina. Segundo ele, está é uma ocorrência mundial e no Brasil, especificamente, alguns indicadores cooperam para essa realidade. "Os programas de Gestão de Pessoas não funcionam. As empresas contratam programas sem uma real leitura de necessidades da organização e um alinhamento com a prática dos valores organizacionais", afirma, ao acrescentar que o modelo de gestão das empresas baseado no comando e no controle hierarquizado inibe e, por vezes, aprisiona as pessoas impedindo-as de dar o seu melhor si. Brevemente, essa interessante entrevista estará disponível para os leitores do RH.com.br. Aguardem e acompanhem as novidades que temos para você, através do nosso Boletim Semanal.
Patricia Lopes em 25/04/2012: Percebo que a falha vem direto da gestão estratégia das empresas, que estão acompanhando a aceleração do mercado atual em busca do resultado a qualquer custo, e estão deixando de contemplar a gestão de pessoas neste cenário, ficando para o RH mais uma vez atuar “apagando o fogo”. O nível estratégico e tático estão preocupados em fazer gestão de orçamento, custo e do crescimento, as pessoas estão sim sendo contempladas, pode até existir um discurso, pois isso já virou modismo, porém, estão em quinto lugar na relação de prioridade. Assim sendo, o aumento da rotatividade refere ao resultado das decisões tomadas lá trás, onde esses gestores não deram e não estão dando a devida importância para o novo modelo de profissional que chegue em nossas empresas. Vale ressaltar que a configuração do cenário atual mudou, estamos vivendo em um novo tempo, temos que começar a agir já e parar de ficar justificando aquilo que é obvio aos olhos do RH.
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