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17/07/2012
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Nos bastidores da Redação: quanto vale o salário emocional?

Por Patrícia Bispo para o RH.com.br

Você já parou para questionar a razão que leva inúmeros profissionais, que recebem salários expressivos, a pedirem demissão ou se sentirem insatisfeitos com a empresa em que atuam? Isso nos remete ao fato de que uma remuneração atraente nem sempre é suficiente para elevar os níveis de satisfação interna, uma vez que as pessoas não são apenas números nas folhas de pagamentos, mas sim seres que possuem sonhos e que desejam ser reconhecidos. Para trazer esse assunto à tona, entrevistei Fausto Alvarez, sócio da Kienbaum - consultoria especializada em Executive Search, Gestão de Negócios e Recursos Humanos. Segundo ele, o salário emocional compreende os fatores motivacionais que fazem com que as pessoas queiram permanecer em uma empresa. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela Kienbaum com aproximadamente 18 mil líderes, apontou que os fatores que mais importantes influenciam para a retenção nas empresas são progresso na carreira, aprendizado e o desenvolvimento. Durante a entrevista, Fausto Álvares assinala outra questões que devem ser sinalizadas como prioritárias, para as empresas que desejam atrair e reter seus talentos. Brevemente, está entrevista estará disponível para os leitores do RH.com.br.

Palavras-chave: | Fausto Alvarez | Kienbaum | salário emocional | retenção |

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