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05/02/2002
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Gestão participativa, compromisso e ética

Por Alberto Carlos Paschoaletto para o RH.com.br

Sabemos que o fator crítico de sucesso de uma nova empresa, está ligado à sua capacidade de inovação e ao acompanhamento da dinâmica do mercado. Um outro fator crítico de sucesso, está relacionado à capacidade de integração entre as áreas técnica/produção e à gestão administrativa. O presente artigo refere-se aos conceitos da ação de cumplicidade na atuação em equipe e à empresa excelente, através da Gestão Estratégica de Pessoas, onde se busca o engajamento da mesma no mercado (perpetuação).

Como profissionais de Recursos Humanos, precisamos alinhar nossos esforços para o crescimento mútuo empresa/funcionário, pois sabemos que o cenário econômico e as tendências impulsionam uma organização vencedora. Precisamos estar presentes no lugar certo, com as coisas certas e atentos à capacidade de gerir talentos. Temos a necessidade de trabalhar o conceito da nova empresa, buscando fazer com que cada funcionário contribua com sua cota de comprometimento e de lealdade, da melhor forma possível.

Compete ao profissional e executivo de Recursos Humanos alinhar todos os esforços para o crescimento mútuo (empresa/funcionário), possibilitando dessa forma a criação de um canal de comunicação entre os funcionários e a alta administração. Devemos ainda garantir que a participação individual seja confidencial e que o Recursos Humanos tenha condições para assegurar a imparcialidade necessária ao clima organizacional.

Em Gestão de Talentos, sabemos que o sucesso de uma organização vencedora está ligado à sua capacidade de gerir seus respectivos talentos. Também é bom ressaltar que ouvir o Cliente Interno, resulta nas seguintes características:
* Canal aberto para comunicação com a alta administração da empresa
* Garantia de Confidencialidade
* Alinhamento de esforços para o crescimento mútuo (empresa/empregados)
* Oportunidade de integração entre a empresa e seus funcionários

Dentro dessa realidade, a área de Recursos Humanos passa a ser responsável por editar o Modelo de Mercado e os profissionais da área, passam a trabalhar o conceito da nova empresa, alinhando todos os esforços necessários. Se cada um contribuir com a sua cota de comprometimento e lealdade, o sucesso da empresa será iminente, tal como os elos de uma corrente.

Passo a passo neste processo de Gestão Participativa, a nova empresa poderá ganhar espaço na mídia como modelo de mercado, devendo ser considerada como motivo de uma atuação comprometida e fiel à toda equipe, agora denominada EQUIPE DE ELEVADA PERFORMANCE.

Assim, devemos ter uma visão de futuro aberta para um relacionamento transparente com nossos colegas de trabalho, ao mesmo tempo em que desenvolvemos o conceito de compartilhamento com a nova empresa. O profissional de Recursos Humanos deve buscar, no alinhamento dos esforços, o caminho para a Gestão Participativa e as pessoas deve ser, cada vez mais, integradas à nova empresa, pois todos ganharão espaço no modelo de mercado e na área que atuam. A transparência e a ética devem ser cultivadas como ideal de vida.

Precisamos buscar no alinhamento dos esforços, o crescimento mútuo (empresa/funcionário), pois no processo de Gestão Participativa as pessoas tornam-se "fundamentais" para a nova empresa e esta, por sua vez, deve desenvolver um estilo de gestão participativa transparente e ética, pois o talento das pessoas deve ser preservado e estimulado em todos os momento.

A organização deve adotar um sistema de comunicação com equilíbrio e transparência entre o estratégico e o operacional. Desta forma, a nova empresa descentraliza e delega o poder de decisão. Por isso, a necessidade de comprometimento aos valores éticos e morais são fundamentais para o sucesso da empresa, uma vez que a mão-de-obra passa a atuar em clima de cumplicidade e visão compartilhada.

A nova empresa deve criar um ambiente de trabalho onde a comunicação seja interativa em todos os sentidos e conseqüentemente, esta se torna imune aos ruídos corporativos. Só o sentimento renova o local de trabalho e a nova empresa passa a ser aquela que possui, em seu clima organizacional, a troca de experiências e vivências.

Usando o sentido figurativo, podemos comparar a nova empresa a um perfume, onde o aroma é espalhado pelo ar, tornando o ambiente agradável. Este seria o clima organizacional imune aos ruídos corporativos.

Na nova empresa, é competência do Recursos Humanos a administrar os conflitos, e estes podem ser encarados como necessidade e oportunidade de crescimento. Afinal, a nova empresa é aquela que conta com um estilo de gestão participativa e comprometida com os valores éticos e moral. Todos os envolvidos atuam em cumplicidade, tornando o ambiente de trabalho propício ao crescimento, desenvolvendo em todos os envolvidos uma capacidade incrível de administrar seus conflitos (internos ou externos).

Palavras-chave: | gestão | ética | compromisso |

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