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26/01/2009
RH » Mudança » Artigo Enviar Comentar Compartilhar Imprimir

Entendendo um pouco mais as organizações

Sonia Jordão

Acredito que mudar e crescer são imperativos no mundo dos negócios. As empresas que não pensarem dessa forma correm sérios riscos no mercado atual, cada vez mais competitivo. É necessário fazer mais e melhor, gastando cada vez menos. E, para crescer, é preciso possuir uma estratégia bem consolidada de produtividade, relacionamentos e qualidade, que será como uma mola propulsora da diferenciação da empresa frente a seus concorrentes, possibilitando que se obtenha a liderança em seu negócio.

As empresas não podem mais se dar ao luxo de não serem produtivas. Hoje é impossível repassar para os preços a incompetência administrativa ou a falta de produtividade. Os clientes estão mais exigentes, porque sabem que podem exigir. Se uma empresa não atende a seus padrões ou suas necessidades básicas de qualidade, eles simplesmente procuram outro fornecedor.

As organizações não podem simplesmente cumprir as tarefas: precisam otimizar o uso dos recursos ao realizar as atividades. Para conseguir isso, o processo de produtividade deve estar enraizado nos colaboradores, eles precisam estar envolvidos, comprometidos e ser participativos.

As pessoas devem sentir orgulho do local onde trabalham. É preciso que a organização tenha visão e objetivos estratégicos e que isso seja divulgado para todos os colaboradores. Assim, todos terão uma inspiração para dar o melhor de si.

Outra situação normal nas organizações é a existência das relações informais. Essas não representam apenas associações e conversas amigáveis sem ligação com o trabalho. Estudos têm mostrado que elas representam um papel importantíssimo nas atitudes das pessoas em relação ao trabalho, aos superiores e à empresa. De fato, os controles mais poderosos exercidos sobre os indivíduos estão nas mãos dos colaboradores e são expressos através da estrutura informal.

Vemos, assim, equipes de trabalho decidindo sobre os padrões apropriados de rendimento do trabalho, empenhando-se para que cada novato compreenda e adote esses padrões não-oficiais. Além disso, muitas vezes os modelos estabelecidos pelo grupo não estão de acordo com os determinados pela direção. Como resultado, esta sente que a estrutura informal é algo que ela não estabeleceu, não pode controlar e está constantemente interferindo nas operações da empresa, além de ainda barrar os planos da direção.

Infelizmente, ou felizmente, a relação informal é uma das características das organizações humanas: pode ser compreendida e modificada, mas não extinta. A direção precisa saber trabalhar com os líderes informais, aqueles da rádio peão, das fofocas. Aqueles que convencem os outros a agirem em direção contrária à determinada pelos líderes formais.

Uma empresa que quer ser líder em qualquer segmento precisa se preocupar com as comunicações interna e externa. Todos os mecanismos para agilizar a comunicação devem ser incrementados. O diálogo deve ser uma constante entre os colaboradores, entre os gestores e os membros de suas equipes, e entre a direção e todos os colaboradores da organização.

Não importa se a comunicação é oral ou escrita. É imprescindível que se use quadros de aviso, cartazes, comunicados internos, telefone, computador, jornais de circulação interna, reuniões formais ou informais, enfim, qualquer meio. No entanto, se assegure de que as pessoas recebam e entendam a mensagem que lhes é passada. O que não deve acontecer é que ações deixem de ser realizadas por falta de informação.

É bom incentivar a participação de todos os colaboradores na geração e implantação de novas idéias. À medida que os funcionários participam, eles se sentem comprometidos e podem surgir idéias brilhantes, coisas que os líderes de equipe e a direção às vezes nunca haviam pensado. Existe empresa excepcional? Competitiva? Certamente. Existem várias organizações em constante transformação e comprometidas com a excelência de seus serviços.

Palavras-chave: | inovação | estratégia |

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COMENTÁRIOS (1)
Elenira Waltrick Vinotti em 28/01/2009:
Hoje para sermos competitivos temos que ser Inovadores, não basta somente melhorar, temos que Inovar.

 
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