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11/05/2009
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A aplicação das relações funcionais da Administração Moderna no gerenciamento de pessoas

Por Leonardo Passos para o RH.com.br

Concebida para concatenar as diversas variáveis que são largamente observadas ao redor do ambiente organizacional, a Administração Moderna surgiu com a premissa-mor de modelar sistematicamente os fatos ocorridos na seara empresarial; sob a normatização dos referidos acontecimentos, orientada para a máxima de alavancagem de resultados.

É bem verdade que a concepção do conceito acima exposto sobre a moderna forma de atuar a Administração foi iniciada nos primórdios da humanidade - mesmo que sua contextualização ainda se encontrasse adormecida -, especificamente quando os primeiros hominídeos conquistaram a capacidade de pensar, diferenciando-se, assim, dos demais animais. Conquanto tenha obtido essa faculdade, tanto o homem antigo quanto o contemporâneo assumem a posição de formular estratégias acerca de seus interesses e, por conseguinte, aplicá-las em prol de interesses secundários, os quais podem ser denominados por relações sociais.

Com efeito, as relações sociais por si só não conseguem gerar a devida e necessária energia para desencadear um processo de multiplicação para que aquelas se mantenham coesas. Para tanto, há a imperatividade do fenômeno da colaboração entre os indivíduos integrantes do sistema corporativo de que participam.

Como apregoa a moderna Administração, a prática vem servir para destilar de forma sublime a teoria, através de uma abordagem deveras sistemática na tangente das relações interpessoais da Administração de Recursos Humanos, qual seja, Gestão de Pessoas para os administradores contemporâneos.

Assim sendo, uma completa e bem ampliada teorização, além de fundamentar substancialmente a corrente retroalimentar - o comum seria a alimentar, partindo da teoria para a prática - do processo de tomada de decisões das atuais políticas de Gestão de Pessoas, propugna a reabstração do conhecimento já consolidado. Isto é, concebe uma matriz cada vez mais densa em relação ao já conhecido, o que vem culminar na maximização do processo de acumulação de conhecimento do indivíduo: a aprendizagem.

Conforme se depreende dos fatos relativos ao ser humano inserido no sistema organizacional, as relações funcionais preconizadas pela Administração Moderna ainda encontra lacunas perfeitamente passíveis de preenchimento ou até mesmo de supressão. Exemplificativamente, a maior parte das empresas brasileiras - vale dizer, representada em torno de 97% de micro e pequeno porte -, conforme estudos do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) consideram que as questões destinadas à formação de seus colaboradores consubstanciam despesas.

Ora, se posta esta assertiva em analogia com o divulgado pela Administração Moderna - reprise-se o que fora dito em parágrafos anteriores acerca da modelagem sistêmica - tal entendimento resta superado pela doutrina dos administradores do presente momento. E isso é ratificado pelas expressões tão comumente confundidas para aquela parcela considerável que insiste na rotulação de investimento como despesa.

De fato, este modelo de pensamento torna-se absolutamente inconcebível para sustentar o nível de complexidade com que as relações funcionais da Gestão de Pessoas obteve nos últimos anos. Portanto, consoante ao que fora fixado no início deste trabalho, a capacidade de planejar deve ser uma característica pertinente ao aspirante à função de administrador de Recursos Humanos na atualidade, sobretudo, nas tão instáveis relações entre pessoas que fazem a máquina empresarial funcionar de acordo com o ditado pela alta administração.

Possuir sensibilidade de captar as diferentes formas de manifestação das relações funcionais torna-se a principal atividade do gestor, haja vista que, sem a aludida funcionalidade, vislumbra-se o atual modelo de gerenciamento de pessoas que o país vem sofrendo, com pessoas, muitas das vezes, inexperientes ou despreparadas para estimular o desenvolvimento econômico da nação através de seus administrados.

Palavras-chave: | relacionamento |

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COMENTÁRIOS (2)
Sirley em 14/05/2009:
Concordo com vc, Tania!

Tania em 14/05/2009:
Seja mais simples para falar o óbvio! Pra quê uma construção de texto tão sofisticada! Na sua tese de doutorado ficou lindo, mas aqui, na rede virtual, o coloquial é que faz a conexão, a relação funcional que você tentou explicar e poucos vão entender...

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