Por Alberto Carlos Paschoaletto para o RH.com.br 
Atualmente, as empresas desenvolvem sistemas de gestão "evoluídos" sobre o ponto de vista organizacional. Porém, todos os modelos de gestão impulsionam o homem para um mundo cada vez mais material e consumista. Estamos colhendo o fruto de um sistema capitalista "monopolista" e "inconseqüente", pois nossos cidadãos "mãos-de-obra" estão no extremo da neurose, vivem estressados e alienados. Assim é que vivem nos grandes centros urbanos, aliados à luta pela sobrevivência.
Nossos avanços tecnológicos proporcionam produtividade e maximização dos resultados junto às empresas, Estados e Governos. Temos capacidade para lavrar a terra de maneira a erradicar permanentemente a fome, temos capacidade produtiva para gerar trabalho e tirar "povos" da miséria. Temos capacidade didático-pedagógica e tecnológica para gerar informação "online" e "instantânea" nos quatro cantos do mundo que, conseqüentemente, diminui a ignorância. Por que não distribuir melhor a renda, se a gritante diferença do poder econômico gera os inconformados e os "bandidos" do amanhã?
Estamos desafiando as forças "superiores" e não vamos conseguir mudar o nosso destino. O que está escrito na sagrada história do Homem e da Humanidade não será mudado a nosso bel prazer e vontade. Estamos vivendo uma vida de passagem, num mundo expiatório, submisso à lei de ação e reação. Outrossim, como podemos ser felizes, como podemos ser honestos com nossa própria consciência ou com nossos filhos, se fazemos e desenhamos modelos de gestão capazes de transformar o homem num ser inimigo de si mesmo? O que me leva a questionar: - Isto não seria canibalismo social ou inversão de valores?
Perdemos a capacidade de refletir sobre as coisas e, especialmente, sobre nós mesmos. Apesar de toda a tecnologia, as perguntas continuam as mesmas: "Quem somos?", "De onde viemos?", "Para onde vamos?".
O que estamos fazendo em nossas organizações, para verdadeiramente desenvolver as pessoas, no conceito ético e moral? Quanto tempo e esforços nossos "novos" modelos destinam aos programas de treinamento e desenvolvimento de pessoas? Ensinamos a técnica de respiração, relaxamento, vivências de autoconsciência, espiritualidade, por exemplo? Quando passaremos a cultivar a caridade como item de avaliação? Por que não podemos desenvolver "sábios" e "conselheiros" em nossos ambientes organizacionais? Não quero ter um discurso conservador, pelo contrário. Acredito que devemos ter a consciência de sermos cidadãos do Universo e que vivemos numa aldeia Global.
Assim, nossos Recursos Humanos têm para com o próprio Homem, o dever de proporcionar um sensível aumento de energia vital, liberação de stress e ansiedade, intensa sensação de bem-estar, relacionamentos mais saudáveis e mais alegria no dia-a-dia corporativo. Quando redigi este artigo, pensei em estimular e sensibilizar você, prezado leitor, para que mergulhes no humanismo e no espiritualismo, para que também possas entrar em contato com seu próprio Eu.
Espero e faço votos de que assim que você o fizer, possas vivenciar diversas transformações pessoais. Você, profissional de RH, também precisa aprender a proporcionar esse crescimento em outras pessoas. Nosso compromisso existencial é o de criar um ambiente seguro e receptivo, onde as transformações possam acontecer e iluminar outras pessoas, inclusive, ajudando o crescimento destas.
Experimente revitalizar o ambiente de sua empresa, através do espiritualismo. Utilize as ferramentas que a Sabedoria Divina coloca em nosso mundo, seja por ideologia ou pensamento. Isto promoverá um clima organizacional mais humano, proporcionando nas pessoas um alívio imediato. Através de técnicas vibracionais que agem no corpo, ocorre o alívio imediato de sintomas como, ansiedade, nervosismo, insônia, dores no corpo, entre outros. Precisamos fazer uma reforma íntima: Precisamos agir com pró-atividade nos níveis físico, mental e emocional. Precisamos promover o autoconhecimento e melhorar os relacionamentos pessoais e profissionais.
Palavras-chave: | espiritualidade |



