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15/12/2009
RH » Qualidade de Vida » Pesquisa Enviar Comentar Compartilhar Imprimir

Pesquisa aponta tendências relacionadas à conciliação trabalho-família

Para 62% das empresas, seus executivos são exemplo de conduta familiarmente responsável, ou seja, equilibram a vida pessoal e profissional com maestria. Esta é uma das conclusões do International Family-Responsible Employer Index (IFREI) Brasil 2009, pesquisa quantitativa elaborada pelo ISE, única escola associada ao IESE Business School no país.

Esta edição do IFREI Brasil contou com a participação de 102 empresas pequenas e grandes, entre as quais a CSN, Natura, Serasa, Sun, Mapfre, Omint, BDMG, Cabot e Companhia do Metropolitano de São Paulo. Todas receberam um diagnóstico referente ao equilíbrio trabalho-família, o qual tem como base a metodologia aplicada pelo IESE desde 2000.

Por meio de um questionário respondido pelos diretores-gerais ou de Recursos Humanos das companhias analisadas, o ISE pode identificar que entre as políticas de flexibilidade mais adotas pelas companhias estão o calendário de férias flexível, a possibilidade de deixar o local de trabalho para uma emergência familiar e a reintegração e garantia dos benefícios do funcionário que volta de uma longa licença.

Neste ano, o estudo indica uma maior sensibilidade quanto ao tema conciliação da vida pessoal e profissional. Se comparado com a edição anterior, houve um aumento de 17% no quesito sobre a compreensão dos executivos quando o colaborador dá prioridade à família. O mesmo ocorre quanto ao estímulo para que ele vá para casa depois de determinado horário, item responsável por um acréscimo de 13%.

"Com este índice podemos constatar o alinhamento das empresas e de suas políticas às novas exigências do mercado de trabalho e ao novo perfil executivo. Atualmente, as pessoas estão mais zelosas com relação ao tempo e mais donas de sua própria trajetória profissional", afirma Érica Rolim, coordenadora do IFREI no Brasil.

Como problemas mais relevantes, os executivos que responderam o questionário destacaram a dificuldade para contratar funcionário-chave, a falta de compromisso, o absenteísmo, a pouca iniciativa e a resistência relacionada à mobilidade geográfica.

FONTE: Assessoria de Imprensa IESE

Palavras-chave: | qualidade de vida no trabalho | pesquisa |

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