Por Gilmar de Sousa Lima para o RH.com.br 
O índice de desemprego está alarmante, logo, as poucas empresas que estão ou pretendem entrar num processo de recrutamento e seleção de pessoal, buscam tirar o máximo proveito dessa situação, procurando identificar os profissionais melhores qualificados para ocupar as vagas disponíveis.
Há empresas que optam pelo recrutamento interno, outras pelo recrutamento externo.
O recrutamento interno compreende utilizar os recursos disponíveis na própria empresa, enquanto que no recrutamento externo, as empresas buscam novos profissionais no mercado.
Em ambos os casos, não existe uma fórmula mágica para se contratar a melhor pessoa, mas existem alguns procedimentos que podem facilitar esse trabalho, e podem ajudar a minimizar a margem de erro nestas contratações.
Quando um selecionador receber um currículo ele deve examiná-lo e verificar se o candidato se enquadra, a princípio, no perfil solicitado pela empresa.
Após submeter o candidato a uma primeira entrevista e identificar as informações relevantes àquela contratação, vem o segundo passo.
Fornecer um teste prático sobre a profissão em que o candidato irá atuar, não forneça aqueles testes que fogem completamente do raio de ação e certamente o candidato não se sairá bem e o tempo e o custo será ainda maior.
Ex.: - Você está contratando uma secretária, e pede a ela que faça um teste sobre o comportamento dos legumes na era digital.
Parece ridículo, mas ainda tem empresas que se utilizam desses meios selecionar e qualificar candidatos.
Após passar por este teste, o terceiro e decisivo passo é o seguinte, envie o candidato para uma entrevista final com aquela pessoa que utilizará os seus serviços, lembre-se: o gosto e o conhecimento do selecionador podem ser diferentes, não são raras as vezes em que, por desconhecer este ou aquele detalhe, o selecionador contrata a pessoa errada, justamente por não ter passado por este processo.
Você deve estar pensando:
- Nossa, como é fácil contratar um bom empregado!
Não é tão simples assim, entendemos que os personagens envolvidos neste caso são pessoas especialmente habilitadas para isso (o entrevistador: psicólogo; o superior: conheça o trabalho a que se propõe chefiar; e a secretária: alguém com capacidade para exercer a função), e que o processo seja conduzido de forma objetiva, e menos custoso para a empresa e o empregado já inicia seu ciclo de trabalho numa empresa que, pelo menos num primeiro contato, parece ser ágil, organizada e no mínimo comprometida com a qualidade no desempenho de seu trabalho.
Palavras-chave: | Recrutamento | Seleção |
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