Por Kelly Marques para o RH.com.br 
Demitir alguém e absorver o desligamento é um processo delicado que exige equilíbrio e maturidade, tanto para quem demite quanto para quem é demitido. A demissão deve ser planejada nos mínimos detalhes para que nada seja esquecido. Nessa tarefa, cabe ao setor de Recursos Humanos dar o suporte para o chefe que vai demitir, para que ele conduza o processo da melhor forma possível.
1. Em primeiro lugar, deve-se definir claramente quem precisa ser desligado. Nessa hora vê-se a importância de um sistema eficaz de avaliação de desempenho e plano de carreira, que garantirá uma segurança na condução do desligamento. Isso evitará que uma análise mal feita cause prejuízos futuros à organização.
2. É necessário definir o que se pode oferecer aos demitidos. Não deve ser descartada a possibilidade de um plano de benefícios que vá além de seus direitos trabalhistas, ou ao menos um programa que assegure sua breve volta ao mercado de trabalho.
3. Finalmente, definir como fazer a demissão na prática. As empresas são diferentes em suas operações, mas, em linhas gerais, deve-se levar em conta a data e a hora de anunciar a demissão, principalmente em se tratando de demissões coletivas, pois isso pode interferir nos aspectos operacionais.
A preparação adequada do profissional responsável pela equipe, a fim de que consiga realizar o processo sem que prejudique nem a imagem da empresa e tampouco do funcionário.
O investimento na preparação dos gestores que são responsáveis pelas equipes para o processo de demissão se feito eficazmente, traz resultados positivos em médio e longo prazo, no que diz respeito à credibilidade da empresa no mercado.
Palavras-chave: | demissão |
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