Empresas que buscam excelência nos serviços buscam investir na qualidade de vida e valorizar o trabalho dos colaboradores.
A “Era do Conhecimento” trouxe para as empresas a rotatividade de pessoal. Porém, é necessário que as organizações avaliem até onde isto é viável.
O autor aborda quais os papéis que podem e devem ser exercidos pelas universidades, cooperativas e sindicatos. Tudo em nome de uma sociedade mais justa.
O cooperativismo leva a um enfraquecimento maior dos sindicatos, em razão dos cooperados não terem vínculos com essas instituições que representam os trabalhadores.
Estar desempregado é sentir-se improdutivo e imprestável. Este problema desperta a preocupação da sociedade: governo, sindicatos, universidades, profissionais e capitalistas.
O autor do artigo afirma que como a área de Recursos Humanos o Departamento Pessoal também pode tornar-se parceiro estratégico das organizações.