Muitas pessoas ainda não conseguiram identificar seus pontos fortes porque desconhecem que, paradoxalmente, poderiam iniciar sua investigação identificando seus principais defeitos.
Pode-se entender como “situação de escassez” tudo aquilo que for fator crítico para o cumprimento dos objetivos e houver a ausência ou insuficiência destes fatores dentro da empresa.
O próprio talento pode realizar sua autoavaliação, a fim de identificar seus pontos fortes e aqueles que precisam ser aprimorados.
De que forma um ambiente de indivíduos proativo culmina em uma organização mais produtiva? A partir desse questionamento, o autor traz à tona um dos assuntos mais interessantes para o desenvolvimento de talentos.
Um número maior de empresas de tecnologia está aumentando a receita nos próximos dois anos, fora dos Estados Unidos, da China e da Índia, de acordo com pesquisa realizada pela KPMG.
As oportunidades surgem no decorrer da vida. Fazer a melhor escolha cabe a cada pessoa que possui foco naquilo que realmente deseja para o seu futuro, inclusive profissional.
Com a competição cada dia mais acirrada e a qualidade de mão de obra cada vez menor, atrair, desenvolver e reter talentos passa a ser vital para as empresas se manterem competitivas.
As pessoas precisam entender e querer o desenvolvimento profissional. Isso até parece óbvio, mas nem sempre esse fluxo acontece facilmente. É preciso muita perseverança e confiança no processo, principalmente no topo.
A geração Y surgiu inquietante, sem medo de ousar, arriscar e explorar. Muito diferente das anteriores, que sempre mantiveram os pés no chão, procurando terrenos firmes para alicerçar suas ideias.
Alguns profissionais deixam de mostrar o potencial por falta de oportunidade e outros porque sentem receio de se exporem diante do líder e dos demais colegas de trabalho.