Qual a visão de um profissional de Recursos Humanos diante de processos seletivos que se mostram injustos? A autora do artigo faz uma catarse sobre essa questão a partir de suas experiências.
Você sabe a diferença entre a área de Recrutamento e Seleção e o Talent Acquisition? O artigo apresenta os diferenciais e o papel de cada um desses agentes estratégicos.
A resposta para essa pergunta vale milhões de reais em resultados, entretanto, não é necessário desembolsar a mesma quantia para encontrá-la. Basta avaliar o ambiente e a forma da gestão da sua empresa.
Quais os principais indicadores que identificariam um profissional para assumir um cargo, com mínimas chances de erro do selecionador? Esse é o foco do artigo.
Uma contratação de sucesso pede uma boa definição do perfil, determinando quais são os pré-requisitos desejados para a vaga. É necessário realizar uma triagem que traga bons candidatos para as dinâmicas e as entrevistas.
Durante os processos R&S, os selecionadores devem ficar atentos não apenas para a bagagem curricular do candidato, mas também para a forma como o mesmo será tratado na entrevista.
A presença da tecnologia é uma realidade nas empresas. Nesse contexto, a área de Recursos Humanos vê-se diante de ferramentas que facilitam a sua contribuição estratégica para o negócio.
Falar sobre processo seletivo por competência é, antes de tudo, desconstruir todos os paradigmas criados, ao longo de algum tempo, quando se analisou o assunto pela primeira vez.
A área de recrutamento e seleção conta com muitas técnicas, mas para obter êxito na contratação de talentos, é preciso ser criterioso e usar as ferramentas disponíveis, como a sabedoria.
Todas as atitudes do entrevistado e as informações contidas no currículo são totalmente relevantes para concretizar a contratação de um profissional.