Ao contrário do que muitos possam imaginar, a dependência química não afeta apenas o ambiente familiar, mas também pode trazer sérias conseqüências ao ambiente de trabalho. Sem escolher sexo, raça ou idade, as drogas podem transformar o mais dedicado colaborador em um risco para a organização, principalmente se suas atividades estão diretamente relacionadas à condução de máquinas ou veículos. Para falar sobre o assunto, o RH.com.br leverá ao ar uma entrevista realizada com a psicóloga e especialista em dependência química, Dra. Dorit Verea. Além de orientar como as empresas podem identificar profissionais dependentes, ela explica ainda qual o procedimento que a área de RH deve ter diante de um problema dessa natureza. Brevemente, a entrevista estará disponível para os leitores do RH.com.br.
Muitos profissionais que chegam aos 40 anos afirmam que algumas empresas os consideram "velhos" para exercerem suas atividades. Mas, por que isso ocorre? Existe realmente preconceito para quem chega à maturidade, mesmo trazendo consigo uma vasta experiência que pode agregar valor às organizções? Esse será o enfoque da entrevista concedida por Maria Bernadete Pupo, autora do livro "Empregabilidade acima dos 40 anos", Editora Expressão e Arte. Durante a entrevista concedida ao RH.com.br, ela explica o que realmente significa um funcionário "velho" para uma empresa e dá dicas para quem deseja garantir sua vaga no mercado, depois que soprar as velinhas dos 40. Em breve, você irá conferir a entrevista na íntegra.
Essa semana, temos a estréia de dois novos colaboradores de artigos. A primeira é Elvina Lessa, mestre em psicologia e psicanalista. Em um interessante artigo, ela aborda as conseqüências que um processo de desligamento pode gerar a um profissional, principalmente quando esse não consegue uma rápida colocação no mercado. O outro colaborador que chega para somar valor ao RH.com.br é Sebastião Guimarães. Consultor organizacional e professor, Guimarães apresenta um texto que enfoca a importância das Normas ISO para as corporações que desejam sobreviver à concorrência.
Uma constante preocupação da área de T&D é oferecer treinamentos que capacitem os profissionais para o exercício de suas atividades. Na Valeo - grupo voltado para a indústria automobilística, os treinamentos vão além da capacitação técnica. A empresa conta com um programa de baseado em cinco eixos que fortalecem a cultura organizacional. A iniciativa é voltada para todos os funcionários, desde os operadores de produção até os diretores. Dessa forma, os colaboradores entendem os procedimentos adotados pela empresa. Essa será uma das matérias que levarei ao ar, brevemente.
Ao contratar seus estagiários além de levar em consideração as competências técnicas, a Claro também avalia as competências comportamentais dos candidatos. Isso porque, ao término do estágio, as chances de contratação são reais e a empresa tornou esse programa uma das formas de captar novos talentos no mercado. Brevemente, levarei aos leitores do RH.com.br mais detalhes sobre o Programa de Estágio da Claro. Vale salientar que quem concede todas as informações para minha matéria é Jorge Cunha - diretor de RH da organização.
A rotatividade é uma das grandes preocupações das empresas, pois isso pode significar a saída de profissionais de talento. Quando isso ocorre, a organização perde porque o funcionário desligado leva consigo o conhecimento adquirido e, muitas vezes, a equipe sente e o desempenho acaba prejudicado. Para abordar o tema rotatividade, em julho, publicarei uma matéria com o Santander Banespa. Na oportunidade, mostrarei como a empresa lida com esse fator no seu dia-a-dia e o que a organização faz para reter seus talentos humanos.