Na próxima semana, teremos a estréia de um novo blog no RH.com.br. Nele, será tratado um tema novo e curioso: fobias corporativas. Ele será escrito por Igov Rafailov, autor do Dicionário Igor de Fobias - que contempla mais de mil verbetes. A cada semana, Igor apresentará uma nova fobia comum nos ambientes das empresas, que afetam a qualidade do trabalho e a produtividade das pessoas. Você está convidado a acompanhar o blog e, também, a enviar seus próprios casos de fobias nas empresas.
Há cerca de oito anos, a Aracruz Celulose realizou seu primeiro diagnóstico de clima organizacional. A receptividade dos funcionários tem sido muito expressiva, uma vez que mesmo sendo a adesão voluntária cerca de 93% dos funcionários participam do processo. Através do diagnóstico, a empresa trabalha quatro grandes dimensões: processos corporativos, estilo gerencial, gestão da empresa, além de motivação e credibilidade. O case é bem interessante para quem deseja se familiarizar com o processo. É bom destacar que nessa matéria apresento detalhes sobre a aplicação da metodologia, os benefícios que a mesma trouxe à empresa e quais foram os principais obstáculos que a Aracruz enfrentou quando resolveu conhecer o clima vivido pelos seus colaboradores. Esse será mais um dos textos que o RH.com.br publicará em novembro.
Como não poderia ser diferente, as Instituições de Ensino Superior também estão se adaptando às novas tendências na área de Gestão de Pessoas. Para mostrar um pouco dessa realidade, brevemente, levaremos ao ar a experiência do Centro Universitário FIEO, localizado em Osasco, São Paulo. Na prática, a instituição desenvolveu várias ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida dos funcionários e isso tem refletido no clima corporativo. Depois que as aulas de ginástica laboral passaram a fazer parte da rotina do Unifieo, por exemplo, o humor dos profissionais melhorou e o espírito de equipe ficou mais evidente. Segundo Maria Bernadete Pupo, gerente de RH, ao pensar em um programa voltado para a QV dos funcionários, as empresas precisam entender que todos os benefícios concedidos como assistência médica, festas de confraternização, treinamento, desenvolvimento intelectual, entre outras ações, fazem parte de um Programa de Qualidade de Vida.