Nada mais comum do que encontrar um candidato ansioso durante um processo seletivo, afinal o profissional está buscando uma nova colocação no mercado e as oportunidades, normalmente, são bem concorridas. Frente a uma situação parecida, que posicionamento o selecionador deve ter diante de um bom candidato que na hora da entrevista começa a demonstrar sinais de nervosismo? Será que esse é motivo suficiente para excluir a pessoa de um processo de seleção, mesmo que o currículo mostre que o profissional tem as competências que a empresa deseja? Esse é o foco de uma matéria que publicarei, em breve, no RH.com.br. Para isso, conversei com Rosana Monteiro - psicóloga da Consultoria Horizonte RH. A publicação certamente interessará tanto a quem conduz quanto a quem participa de um processo de R&S. Até breve!
Investir nos profissionais é certamente a prioridade de qualquer organização que queira se manter competitiva no mercado. No entanto, ao contrário do que era evidenciado há alguns anos, hoje as empresas entendem que além dos treinamentos técnicos é preciso investir também nas competências comportamentais dos colaboradores. A Batavo, por exemplo, trabalha as competências comportamentais dos funcionários no "Programa de Desenvolvimento Comercial" e no "Programa de Desenvolvimento de Lideranças". Esse é mais um "case" que apresentarei aos leitores do RH.com.br. A matéria dará destaque: às competências comportamentais que a Batavo valoriza; como esse trabalho vem sendo realizado na prática; os indicadores que avaliam esses investimentos, bem como os benefícios gerados para a organização e os colaboradores.
A tônica sobre o papel das lideranças no mundo corporativo é o assunto da entrevista que realizei com o consultor Max Gehringer, e que brevemente será publicada no RH.com.br. Com a experiência de ter atuado na direção de grandes empresas como Pepsi, Elma Chips e Pullman, Max afirma que o processo de feedback dado pelo gestor deve ser dividido em duas partes: uma formal e outra informal. "O líder que o mercado procura é aquele que sabe explicar claramente o que precisa ser feito, que sabe cobrar os que estão em marcha-lenta, que sabe punir os relapsos, que sabe reconhecer e premiar os que mostraram mais mérito", complementa.