Uma questão relevante e muito analisada pelo meio corporativo é a comunicação interna. Afinal, através de determinados canais a organização consegue estreitar relacionamento com os colaboradores e evitar que informações distorcidas sejam divulgadas e causem problemas às atividades e ao desempenho da empresa. No Carrefour, a comunicação interna vai além de veículos como impressos, intranet, e-mails, entre outros. A organização também valoriza, no dia-a-dia, a comunicação face a face. Nesse momento, o líder entra em cena e assume o papel de agente disseminador da cultura corporativa. Para elaborar essa matéria, conversei com Erika Petri, gerente de Comunicação Interna do Carrefour. Logo, os leitores RH.com.br poderão conferir mais esse texto. Até breve!
Ao que tudo indica, o investimento na criatividade dos profissionais tornou-se uma prioridade para muitas empresas, pelo menos para aquelas que querem garantir seu espaço em um mercado cada vez mais acirrado. E isso não é por acaso. Afinal, contar com uma equipe criativa faz a diferença para o negócio e, é claro, a concorrência. Em breve, o tema Criatividade volta a ser abordado pelo RH.com.br e para isso, publicaremos uma entrevista com o consultor Antonio Carlos Teixeira, que explicará o que é realmente ser criativo para as empresas e os fatores que inibem as pessoas de apresentarem idéias inovadoras. Por mais que você já tenha lido sobre esse tema, sempre é bom conhecer a visão de profissionais experientes como Antonio Carlos. Até breve!
Um texto que deve ser lido tanto por líderes quanto por liderados é a entrevista que realizei com José Luiz Tejon que é professor de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas. Com colocações bem objetivas, Tejon afirma que 'líder' e 'liderança' são termos geralmente confundidos. "Os líderes falham, erram, porém precisam aprender desde cedo com os próprios erros", defende. Durante a entrevista concedida ao RH.com.br, ele fala ainda sobre o que é necessário para ser um 'líder completo' e o que o mercado espera desse profissional tem sob sua responsabilidade o comando de outras pessoas, ou seja, uma equipe.
Em 2006, o Banco Real investiu em uma proposta diferenciada - lançou um Projeto-piloto de Mentoring para Mulheres. O público-alvo dessa iniciativa foram 32 funcionárias em níveis de analista/consultora e com real possibilidade de assumirem cargos de liderança na organização. "O mentoring é mais um mecanismo de desenvolvimento e veio para ajudar as mulheres a conciliarem carreira e vários outros papéis que elas exercem na sociedade como, por exemplo, o de mãe e o de esposa", explica Paula Gianetti, superintendente de RH do Banco Real. Em breve, publicarei uma matéria sobre esse
case e os leitores do RH.com.br poderão conferir como esse trabalho foi conduzido, os resultados que o mesmo proporcionou às funcionárias e à organização. Na oportunidade, também abordarei como a 'ala masculina' do Banco Real reagiu a essa iniciativa destinada às mulheres.