A preocupação com o clima organizacional, ao contrário do que muitos imaginam, não é apenas um "privilégio" das organizações privadas. Hoje, as empresas públicas também estão atentas ao clima organizacional e para isso, investem em ações que impactam diretamente na motivação do funcionário público. Uma das próximas matérias sobre esse tema abordará o
case dos Correios que realiza um trabalho desde 2004 e atende aproximadamente 110 mil funcionários. Vale ressaltar que o clima organizacional nos Correios, identificado através de pesquisa periódica, é um dos indicadores corporativos de avaliação global da empresa e faz parte do plano de metas estratégicas da organização. Em breve, essa matéria está à sua disposição. Até mais, leitor do RH.com.br.
Uma das próximas entrevistas que estará disponível para os leitores do RH.com.br, será com o argentino Jorge Fiszer - especialista em processos internacionais de aprendizagem. Durante a conversa que mantive com Fiszer, ele fala sobre as metodologias mais utilizadas na América do Sul e as dificuldades mais comuns que as organizações enfrentam ao investirem na área. Ele explica ainda a razão que leva as organizações sul-americanas a importarem metodologias de outros países como, por exemplo, os Estados Unidos. "A área de RH é a única que pode agir com absoluta independência das linhas em processo de aprendizagem", afirma o especialista.
Não raros os casos em que os 'jogos de empresa' são utilizados como ferramentas tanto em processos de seleção quanto em treinamentos de equipes. Para saber como esse recurso deve ser utilizado corretamente, em que situações é indicado, suas vantagens e possíveis desvantagens, estou dando andamento a uma entrevista com a consultora organizacional, Maria Rita Gramigna. Autora de títulos que abordam a utilização dos 'jogos de empresa', ela explicará, aos leitores do RH.com.br, que cuidados o facilitador deve ter ao aplicar essa ferramenta, que quando usada de forma errada pode se tornar uma 'faca de dois gumes'. Até breve!
Vivemos um momento onde, cedo ou tarde, as organizações param para analisar até que ponto a ética interfere nas atividades, na cultura corporativa, no desempenho dos funcionários e no resultados do negócio. Esse é um tema polêmico, mas que não deve ser esquecido em 'uma gaveta' junto com algum documento antigo. Em breve, publicarei uma entrevista com Francisco Gomes de Matos, autor do livro "Ética na Gestão Empresarial - da Conscientização à Ação, lançado pela Editora Saraiva. Na oportunidade, meu entrevistado apresentará aos leitores do RH.com.br as razões que têm levado a "ética" ganhar cada vez mais espaço no universo corporativo, bem como a importância das lideranças na condução e na implantação de uma cultura corporativa ética.