[ 31 Março 2006 ]
Pra que melhorar o clima organizacional?
O que deveria fazer uma empresa criticada por pagar baixos salários, por oferecer benefícios ruins e escassos e, também, pelo mal tratamento que dispensa aos seus funcionários?
Você acha que deveriam rever a política de RH? Fazer um benchmarking de gestão de pessoas? Alinhar suas práticas ao padrão do mercado?
Pois o Wal-Mart nos EUA está apostando numa outra solução: vai contratar dois executivos da área de relações públicas para cuidar da imagem da empresa. Ou seja, nem pensam em alterar sua política de RH, o importante é rebater as críticas.
A noticia é do
The New York Times (em inglês). Essa dica eu li no site
Bluebus.
[ 30 Março 2006 ]
Quem é o trabalhador iPod?
Para o sociólogo americano Richard Sennett, as empresas modernas funcionam como um tocador de MP3, programado para tocar qualquer faixa do seu arquivo na ordem desejada. Em síntese, as empresas podem iniciar ou terminar projetos a qualquer tempo, contratando ou descartando funcionários de acordo com as demandas do mercado. Essa é a tese defendida por Sennett no seu recém-lançado livro
A Cultura do Novo Capitalismo, de acordo com matéria da Exame dessa quinzena (ed. 864, p. 92):
"A empresa quer um trabalhador com atributos que façam lembrar um iPod capaz de armazenar 10 000 faixas de música. Quer o máximo de potência e flexibilidade, ou seja, disposição e capacidade de cumprir tarefas de modo não-linear. Seria o fim das carreiras. (...) pior que o medo de ser demitido é a angústia de não saber quando ou como seremos úteis. É o que ele chama de 'fantasma da inutilidade'."
Pelo que eu tenho visto, ele está certíssimo. Isso já acontece em diversas empresas, inclusive no Brasil, e muitos profissionais de RH já procuram atender essa demanda em seus processos de seleção, desenvolvimento e remuneração. Mais do que técnicos, as políticas de RH buscam valorizar profissionais capazes de se adaptar a situações diversas e, por vezes, adversas. Por outro lado, seria muito interessante um estudo para avaliar o impacto dessa nova realidade no nível de ansiedade desses trabalhadores iPods.
[ 29 Março 2006 ]
O que eu estou fazendo aqui?
Imagine a situação: um funcionário que trabalha há vários anos numa determinada empresa concede uma entrevista num dos maiores jornais do país, critica a empresa, alguns colegas de profissão, diz que a participação nos resultados é irrisória, afirma que um outro departamento transforma tudo em "merda" e que há 40 anos a empresa faz o seu principal produto exatamente da mesma forma, sem qualquer inovação.
Se você pensou que isso era hipotético, saiba que o caso é verídico. A empresa é a Rede Globo, o funcionário é o Lima Duarte, o jornal a Folha de São Paulo e a entrevista pode ser lida
aqui (para assinantes do UOL ou da Folha). Esse caso serve para ilustrar muito bem a complexidade do trabalho no mundo moderno. A pessoa se mantém trabalhando na empresa mesmo sem gostar dela e sem ter necessidades financeiras para tal. Em suma, não é prazer nem dinheiro que a mantém no trabalho. O que seria então?
[Atualização em 30/03/2006] - Segundo a Folha de hoje, Lima Duarte enviou carta à direção da Globo pedindo desculpas pela entrevista do último domingo: "Sou um ator feito por esta empresa. Tenho muito orgulho de trabalhar aqui".
[ 28 Março 2006 ]
Hora de rever a avaliação de desempenho
Muitas empresas seguiram a "onda" da GE e começaram a fazer um ranking dos funcionários a partir da avaliação de desempenho. Basicamente, a idéia do ranking é separar aqueles de desempenho "na média", daqueles de melhor ou pior desempenho. No caso da GE, a categorização ganhou nomes como "excepcionais", "medianos" e "medíocres".
Agora, segundo matéria da
Exame, até a própria GE está revendo o seu método, que na teoria parece interessante, mas na aplicação exige um cuidado extremo. Pesquisa de uma consultoria americana, realizada com 200 executivos de RH, apontou que o ranking tem reflexos no engajamento e na produtividade das pessoas, pois contribuem para acirrar a competição nas equipes, haver julgamento sobre a avaliação dos líderes e desestimular os classificados como "abaixo da média".
Não é fácil lidar com um processo de avaliação de desempenho. Além da escolha dentre os diversos métodos existentes, ainda há necessidade de preparar todos os envolvidos para uma correta avaliação, evitar os pré-julgamentos, as perseguições ou favorecimentos. Se tudo isso correr bem, ainda tem que definir claramente como utilizar os resultados individuais. Eles podem servir para promoções, salários, treinamento, demissão etc. A avaliação de desempenho é valiosa, mas não é tarefa fácil integrar todos esses fatores de forma aparentemente justa e benéfica para todos os envolvidos. Acredito que ainda teremos muitas novas experiências nessa área. O campo está totalmente aberto.
[ 27 Março 2006 ]
Imagem é tudo
De vez em quando vejo a utilização de fotos de alguns funcionários em publicidade das suas empresas. Certa vez, coloquei-me a refletir sobre o impacto dessas fotos nas equipes de trabalho. Será que não haveria ciúme entre os funcionários em função de quem foi o escolhido? Algumas críticas ao processo de escolha? E se o sujeito da foto ir para o concorrente amanhã, como ficaria a imagem da empresa?
Mas tem um outro aspecto que eu ainda não havia percebido: o reflexo dessas publicidades na vida do funcionário. Num caso recente, uma empresa foi condenada por dano moral pois, segundo seu ex-funcionário, ele teve dificuldades para encontrar um novo emprego em função da sua imagem ter sido utilizada em materiais publicitários da empresa sem sua autorização expressa. Confira o caso
aqui.
É certo que a empresa não seria condenada se tivesse um documento assinado pelo funcionário autorizando o uso da sua imagem. O referido documento é essencial para resguardar a empresa de uma eventual condenação futura, mas a imagem do trabalhador estará vinculada à empresa, podendo gerar dificuldades na sua carreira. Por isso, deixo a pergunta: vale a pena utilizar imagem de funcionários na publicidade da empresa?
[ 24 Março 2006 ]
Quem aguenta tanta pressão?
Produtividade e rentabilidade são os temas prioritários dos executivos brasileiros que assumiram a direção da Inbev, na Bélgica, a maior cervejaria do mundo e controladora da Ambev brasileira. Por aqui, o estilo de gestão adotado na Ambev já é bastante conhecido e, também, controverso, baseado na meritocracia e numa busca excessiva por resultados.
Mas parece que os belgas não gostaram dessas mudanças por lá. Desde que assumiram a direção da empresa, os executivos brasileiros já demitiram 500 trabalhadores e os sindicalistas estão com receio de até onde irão os cortes. Por isso, marcaram uma greve de 24 horas, para próxima terça-feira (28/03). Hoje, existem mais de 30 executivos brasileiros no comando da empresa. Será que eles conseguirão mudar a cultura na Inbev?
[ 23 Março 2006 ]
Se alguém sofreu assédio sexual, por favor, apresente-se!
O Banco do Brasil foi condenado a pagar uma indenização por dano moral a um ex-funcionário acusado de assédio sexual. Na ocasião, ao desconfiar do comportamento desse funcionário, foi realizada uma reunião com os 40 estagiários supervisionados pelo acusado e perguntado, coletiva e publicamente, se algum estagiário havia sido vítima de assédio sexual pelo acusado.
Calma aí... o que se esperava? Que um jovem estagiário levantasse a mão e dissesse que sim no meio de uma reunião com os demais colegas? Será que não haveria alguma forma mais discreta de se apurar o problema, tanto para o acusado quanto para uma eventual vítima?
Problemas ocorrem em todas as empresas. Eles precisam ser apurados, os agressores punidos, as vítimas amparadas, os procedimentos corrigidos e todos devem ser conscientizados sobre as ações necessárias daqui pra frente. Mas é preciso ter cuidado em como fazer tudo isso, a fim de preservar a imagem de todos os envolvidos no caso e, também, a imagem da própria empresa.
[ 22 Março 2006 ]
Tecnologia elimina postos de trabalho?
É comum dizer que a tecnologia elimina postos de trabalho. Porém, um levantamento realizado pelo IPEA demonstrou que foi justamente nas empresas que mais investiram em tecnologia que o nível de emprego formal mais aumentou nos últimos anos. A idéia é a seguinte: empresas que investem mais em tecnologia, melhoram seus produtos, ampliam seus mercados, exportam mais e, consequentemente, geram mais empregos. Confira mais dados na notícia do site
InfoMoney.
[ 21 Março 2006 ]
Nem sempre se reconhece um mentiroso pelos gestos
Muitos entrevistadores procuram identificar eventuais mentiras de um candidato durante o processo de seleção através dos seus gestos. Algumas pessoas acreditam que gestos como esfregar os olhos, colocar a mão na cabeça ou coçar o nariz poderiam entregar um mentiroso.
No entanto, uma pesquisa divulgada recentemente indica que esses sinais não estariam necessariamente relacionados às mentiras. O estudo apontou, por exemplo, que os mentirosos tocaram no próprio nariz 20% menos vezes do que os que diziam a verdade. Veja mais informações no site da BBCBrasil
aqui.
[ 20 Março 2006 ]
Como conduzir casos de furto na empresa?
Funcionário acusado de furto pode receber R$ 60 mil de indenização do Carrefour por ter sido tratado de forma indevida pela gerência da loja. Segundo o site Consultor Jurídico, o caso ocorreu em 1997, quando um patinador foi acusado de ter furtado R$ 50 de um dos caixas da empresa, durante um pequeno período que havia ficado no lugar da operadora do caixa. Ele foi chamado à sala da gerência, interrogado por policiais militares e, mesmo negando o furto, foi algemado e conduzido à delagacia para prestar depoimento. Confira o caso completo
aqui. Serve para demonstrar a importância do treinamento dos gerentes para que possam tratar desse tipo de caso de forma mais adequada.
[ 17 Março 2006 ]
Assédio moral nos tribunais
Os casos de assédio moral têm aumentado nos tribunais brasileiros. Na última semana, o Unibanco foi condenado a pagar uma indenização no valor de dois milhões de reais a um ex-executivo (cabe recurso). O site Consultor Jurídico já publicou diversos casos envolvendo empresas brasileiras, com desfechos diferentes. Clique no nome da empresa para ler sobre cada caso:
[
Unibanco] [
Casa da Moeda] [
Unimed/POA]
[ 16 Março 2006 ]
Empregos vêm e vão!
A Brithsh Airways anunciou a demissão de 400 funcionários que trabalham em 17 agências de vendas de bilhetes aéreos. O motivo: o fechamento das agências em função do crescimento das vendas pela internet.
A revista americana Fast Company, num exercício de futurologia, apontou algumas profissões que não existirão daqui a 10 anos, dentre elas, as de
blogueiros, criação de agências de publicidade e mecânicos de automóveis. As explicações estão
aqui.
E a sua profissão, será eterna ou tem data de validade?
[ 15 Março 2006 ]
Treinamento para prostitutas
Foi criado na Alemanha um programa de treinamento para que prostitutas se tornem enfermeiras em asilos. Especialistas consideram que as prostitutas têm as características necessárias para o trabalho com idosos em abrigos: elas têm "habilidade com gente", não se enojam facilmente e têm "zero medo de contato". Acredite: o programa existe e está sendo financiado com mais de um milhão de euros do Governo Alemão e da União Européia.
A matéria é do jornal alemão Spiegel. Em inglês
aqui (acesso gratuito) e em português
aqui (apenas para assinantes do UOL).
[ 14 Março 2006 ]
Leitor de pensamento
Dentre as novidades da CeBIT, feira de tecnologia que acontece em Hanover, Alemanha, foi apresentado um computador controlado apenas pelo pensamento. O principal objetivo do equipamento seria oferecer uma opção para que pacientes com paralisia total pudessem operar computadores, ou ainda, para que pessoas amputadas operassem membros artificiais.
A idéia é simples: pensou, aparece na tela do micro. Já imaginou um equipamento desses nas empresas? E no RH, já pensou uma avaliação de desempenho no aparelho? E uma entrevista de seleção? Aplicações para o aparelho não vão faltar. Resta saber a qualidade do uso que virá por aí. E, principalmente, quem se sujeitará a passar por ele.
[ 13 Março 2006 ]
Seleção especializada
Vira e mexe ouço alguém dizer que para contratar pessoal de TI é preciso ter apoio de uma empresa de seleção especializada na área. A tese é de que o pessoal do RH não consegue atender adequadamente às demandas do gestor de TI e acaba contratando pessoas que não têm o perfil desejado.
Se partirmos do mesmo princípio, daqui a pouco teremos especialistas em seleção para a área financeira, marketing, vendas, atendimento etc. Em suma, teríamos vários departamentos de seleção dentro de uma empresa ou então teríamos que contratar várias empresas de seleção especializadas.
Na minha opinião, o problema não está na especialização, mas na falta de um bom relacionamento entre o gestor solicitante e a área de RH. Mais, falta uma participação efetiva do gestor. É difícil ter sucesso numa seleção sem a participação do gestor solicitante em alguma fase do processo. É preciso compartilhar essa responsabilidade. Muitos profissionais de RH ainda querem dar conta de tudo sozinho. Não dá, é preciso contar com o envolvimento de todos!
[ 10 Março 2006 ]
Saia do cubículo!

Certamente você já viu alguma empresa com esses cubículos, talvez você até esteja num deles agora. Lançado em 1968, o "
Action Office" foi inventado pelo Sr.
Robert Propst, que faleceu há seis anos. Segundo a revista Fortune, dessa semana, ele pediu desculpas pelo invento um pouco antes da sua morte.
Sua idéia era oferecer mais privacidade às pessoas no ambiente de trabalho, além de acabar com aquele amontoado de mesas iguais, que não se ajustavam aos corpos de cada usuário.
Entretanto, estudos apontaram alguns "efeitos colaterais". Pessoas que trabalham em cubículos passariam mais tempo olhando para o relógio, sentindo náuseas por causa da forte luz fosforescente, fofocando, acessando e-mails pessoais, navegando na Internet aleatoriamente e até jogando paciência do que realmente trabalhando. Portanto, se você ainda estiver num desses cubículos, é melhor procurar outro ambiente para trabalhar desde já.
Confira uma interessante galeria de fotos sobre as mudanças no arranjo do ambiente de trabalho:
[
clique para visitar o site da Fortune]
[ 09 Março 2006 ]
Sucesso das empresas depende das pessoas
Estudo conduzido pela McKinsey e a London School of Economics com 731 empresas da Europa e dos EUA demonstrou que os executivos são os principais responsáveis pelo sucesso de uma empresa, antes de fatores como segmento de atuação, regulamentação ou país. Existe uma alta correlação entre as boas práticas adotadas pelos gestores e a boa performance das suas empresas.
Conforme notícia do site da Revista Exame, "embora trabalhem apenas 1 hora por semana a mais que a média das empresas pesquisadas, os executivos das companhias consideradas bem administradas o fazem de maneira mais inteligente e produtiva". Nessas empresas, as equipes respondem com mais velocidade à introdução de novas práticas e o ambiente de trabalho é mais flexível, com possibilidade de escolha de lugar e de horário para trabalhar.
[
Relatório completo aqui!]
[ 08 Março 2006 ]
Ranking de processos no TST
Os bancos têm uma presença marcante na listagem, mas quem lidera o ranking de instituições com mais processos no TST é o INSS. Confira:
1º Instituto Nacional do Seguro Social - INSS
4.3452º Banco Santander Meridional S.A. (*)
4.2533º Banco do Brasil S.A.
3.4004º Banco Itaú S.A. (*)
2.5235º Caixa Econômica Federal - CEF
2.2976º Brasil Telecom S.A
1.9397º Fiat Automóveis S.A.
1.9008º Companhia Estadual de Energia Elétrica - CEEE
1.2439º Rede Ferroviária Federal S.A. - RFFSA
1.10810º Telemar Norte Leste S.A.
1.064[
Ranking completo e observações aqui]
[ 07 Março 2006 ]
Não treinar dá prejuízo
Há muito já sabemos que treinamento e desenvolvimento são investimentos necessários para garantir um melhor resultado para a empresa. Ainda não conseguimos provar matematicamente, é certo. Apurar o ROI do treinamento ainda está engatinhando.
Mas o outro lado já está claro:
o prejuízo de não treinar é certo. Uma empresa da construção civil foi condenada a pagar um indenização de R$ 44 mil a um funcionário que perdeu um dedo em uma máquina da empresa. A justificativa: falta de treinamento adequado para operação do equipamento.
Segundo entendimento do
Tribunal, "
não basta à empresa fornecer equipamentos individuais e coletivos de segurança; é necessária orientação ao trabalhador para que se torne apto a utilizá-los corretamente".
Eu concordo plenamente, mas será que nossas empresas sabem disso?
[ 06 Março 2006 ]
Produtividade em alta, mesmo com cochilos
Levantamento realizado pela
SonicWALL com 941 tele-trabalhadores, em sua maioria entre 25 e 45 anos, de várias partes do mundo, apontou que
76% deles acreditam que o trabalho em casa aumenta a sua produtividade e 61% estão convecidos de que os seus gerentes concordariam que ocorreu esse aumento de produtividade.
Curioso, porém, é como a produtividade pode aumentar diante do demais hábitos admitidos por aqueles que trabalham em casa:
- 38% das mulheres e 18% dos homens interrompem o trabalho para cuidar de tarefas domésticas;
- 35% comem ou bebem fora dos horários comuns;
- 45% ouvem música;
- 28% assistem TV;
- 21% cochilam após a refeição.
Eu trabalho em casa e confesso que também faço todas essas coisas. E a minha produtividade está cada vez melhor. E antes que alguém leia o estudo completo e venha me perguntar se eu trabalho sem roupas: eu afirmo que não trabalho pelado, como admitiram 12% dos homens e 7% das mulheres nessa pesquisa.
[ 03 Março 2006 ]
LIVRO: O Progresso das Mulheres no Brasil
Será lançado hoje o livro "O Progresso das Mulheres no Brasil", editado pelo Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem). O levantamento analisa pesquisas que retratam a trajetória feminina entre 1992 e 2002. No seu capítulo 3, o livro aborda a questão do trabalho e renda, destacando o crescimento da participação da mulher no mercado de trabalho, a sua melhor qualificação e a diminuição da diferença salarial existente entre homens e mulheres, que era de 50% em 1992 e caiu para 30% em 2002. O livro está disponível para download gratuito no site do projeto:
www.mulheresnobrasil.org.br.
[ 02 Março 2006 ]
Duas listas com as 100 melhores para trabalhar
A Editora Abril anunciou recentemente a abertura de inscrições para a 10ª edição do "Guia das Melhores Empresas para Você Trabalhar", publicado pelas revistas Você S/A e Exame. A novidade desse ano é a parceria com a FIA/USP para realização da pesquisa de clima nas empresas. Já o o instituto Great Place to Work, parceiro da Abril nas nove edições anteriores, anunciou sua parceria com a Revista Época (Editora Globo), para a realização e divulgação da sua pesquisa nesse ano.
Em suma, os parceiros da pesquisa se dividiram, buscaram novas parcerias e, com isso, teremos duas pesquisas com as 100 melhores empresas para trabalhar em 2006. Será que as empresas brasileiras vão se inscrever nas duas pesquisas ou vão escolher apenas uma delas? Meu sentimento é que as empresas vão, em sua maioria, escolher apenas uma das pesquisas para participar. A questão é: qual pesquisa será a escolhida? Qual será o critério de escolha? Vamos acompanhar para ver o que vai acontecer.
[ 01 Março 2006 ]
Cuidados com o coração

Duas pesquisas divulgadas esta semana sobre doenças cardíacas comprovam
aquilo que a gente já percebe no dia-a-dia. A primeira, revela como o estresse provoca ataque cardíaco [
aqui]. A segunda, diz que o otimismo reduz risco de morrer do coração [
aqui]. A dica é simples: baixo estresse e muito otimismo ajudam a viver mais. Porém, se o estresse for inevitável, tente ao menos ser um pouco mais otimista, pois tudo ficará equilibrado. A pior combinação de fatores de risco seria ficar estressado e ser pessimista.
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